Eu e a minha e a minha enorme paixão por livros.
Leio no ônibus em pé, durante as madrugadas, nos dias tristes precisando de distração, na cama para conseguir ter sono… E diversas outras vezes, o que acarreta a minha paixão por ler blogs na internet, quando estou sem nada pra fazer e não posso pegar um verdadeiro livro.
Então achei aqui, um teste para mostrar que livro vocês seria…
Claro fiz o teste adorei o resultado rs. Olha o resultado aí…
“Antologia poética”, de Carlos Drummond de Andrade
“O primeiro amor passou / O segundo amor passou / O terceiro amor passou / Mas o coração continua”. Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz.
“Antologia poética” (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.

“Doidas e santas”, de Martha Medeiros
Moderninha e solteira, ou radiante de véu e grinalda? Eis a questão da jovem (ou nem tão jovem) mulher profissional, cosmopolita e, apesar de tudo, muito romântica. Eis a sua questão! Confesse: quantas horas semanais você gasta conversando sobre encontros e desencontros sentimentais com as suas amigas? Aliás, conversando não. Analisando, destrinchando… Mas isso não quer dizer que você só questione a existência de príncipe encantado, não. A vida adulta hoje não está fácil para ninguém, como bem mostram as 100 crônicas de “Doidas e Santas” (2008), que retratam os sabores e dissabores da vida sentimental e prática nas grandes cidades.





Todas ás vezes que pensamos em comemorações, é tão bom lembrar das inesquecíveis. Dos dias que irão ficar para sempre na nossa memória, aqueles dias quem você vai estar velhinho na cadeira de balanço olhando o pôr-do-sol e lembrando dos dias de jovem, porquê os mais velhos falam de nós os jovens.